segunda-feira, 22 de julho de 2019

Uso de Anticoncepcionais e a Igreja

                   Conforme abordado no tópico Planejamento Familiar Natural a Igreja corretamente recomenda não usar anticoncepcionais hormonais pelos riscos de levarem a: trombose, hipertensão, enxaqueca, varizes, ca de mama, entre outros problemas; e, além disto, poder levar ao aborto (oculto) pois a indústria farmacêutica sabendo dos riscos destes medicamentos fabrica os mesmos com dose mais baixa do que a décadas atrás, o que leva a mulher a ovular menos, mas mesmo ovulando menos ovula por vezes vezes sim, e se ovula pode fecundar estas vezes. Assim que o óvulo é fecundado pelo espermatozóide existe um novo ser, que foi concebido neste momento da fecundação, então tudo que leve a perda deste novo ser vivo a partir daí é abortivo. Uma das ações do anticoncepcional é exatamente impedir a implantação ou nidação ou fixação do filho no útero, ou seja, engravida, não fixa no útero e perde o novo ser vivo concebido, sem sequer saber que está engravidando e perdendo várias vezes. Isto acontece diversas vezes com anticoncepcionais, já com o DIU (dispositivo intra uterino hormonal e não hormonal) acontece mais frequentemente ainda. Por estes motivos e por não valorizar o a vida como dom de Deus além de permitir uma vida desenfreada, sem controle, é que a igreja não recomenda tais métodos. No DIU hormonal existe a dificuldade de passagem de espermatozóides, mas eles passam frequentemente e a ação primordial é impedir a nidação também. Quando por motivo lícito a mulher não puder engravidar como no caso de alguma doença séria, a Igreja recomenda o método de Billings que foi bem abordado no tópico Planejamento Familiar Natural e pode ser melhor entendido falando com o pessoal do CENPLAFAM, entidade que orienta sobre o Billings e tem em várias cidades, o de Curitiba pode ser acessado pelo site http://www.cenplafamcuritiba.org.br. Tem eficácia até superior a vário anticoncepcionais, sem os riscos deles.
                    O problema é que existem casos de problemas ou doenças como endometriose, adenomiose com hemorragias, micropolicistose ovariana severa e sintomática que após tentar outros tratamentos para os sintomas não se obteve resposta aceitável, ou se esta paciente com micropolicistose não menstruar nunca, o que já foi associado a câncer de endométrio (raro, mas não impossível), daí pode fazer progesterona a cada 6 meses para descamar endométrio, reduzindo tal risco de câncer, entre outras indicações médicas de fazer o anticoncepcional ou medicamentos hormonais, todos para tratamento e não anticoncepção em si mas o tratamento do problema médico para melhorar a qualidade de vida do paciente; o que fazer nestes casos? A Igreja na sua encíclica Humanae Vitae do santo papa Paulo VI de 1968 coloca que :"- A Igreja, por outro lado, não considera ilícito o recurso aos meios terapêuticos, verdadeiramente necessários para curar doenças do organismo, ainda que daí venha a resultar um impedimento, mesmo previsto, à procriação, desde que tal impedimento não seja, por motivo nenhum, querido diretamente.". Ou seja, se for para tratar doenças ou problemas a Igreja aceita o uso de tal medicação, ou tratamento, desde que não seja buscada a ação contraceptiva mas sim a terapêutica exclusivamente (é importante a intenção real), buscando como objetivo o tratamento e preservação da vida da mãe. Vendo isto me ocorreram algumas dúvidas:

1 - Se pode fazer aborto, mesmo eventualmente, é justo mesmo assim tratar? 
R: Por uma possibilidade de perda não podemos deixar algo que já está acontecendo (problema médico) realmente com a paciente sem tratamento, desde que seja absolutamente necessário e não buscado ou desejada tal perda. Tem que haver a chamada justa intenção. O mais comum é não ovular, mas pode acontecer e por isto deve ser evitado senão for para tratar um problema médico. 
 
2 - Mas na época do da encíclica Humanae Vitae a idéia do Papa era diferente, os anticoncepcionais eram mais fortes e não abortavam nunca, a mulher só não ovulava... 
R: Não é bem assim, tinham mais risco de complicações ( trombos, hipertensão, derrame, etc...) e sim a mulher podia ovular sim, menos mais ovulava, e se ovulasse iria perder. Estudos mostram que nenhum anticoncepcional, por mais forte que seja, impede sempre 100% das vezes a ovulação. Além disto, vamos passar  medicamento que aumente risco de complicações se outro não aumenta tanto, por uma possibilidade e não uma certeza ?

3 -  Então vamos fazer dose bem alta de hormônios para a mulher não poder ovular !!! 
R: Como dito acima, dose quanto mais alta de hormônios aumenta riscos de problemas para mãe e mesmo assim pode ovular eventualmente.

                     Temos  que confiar na Igreja e no que os documentos que foram inspirados pelo Espírito Santo dizem, e neste caso de tratamento é permitido se for necessário mesmo para a mulher, para fazer o melhor tratamento, e pedir para nossa Senhora que não aconteça nenhuma perda.

                    Sou médico endocrinologista e analisando o ciclo menstrual e medicamentos com hormônio feminino (ditos anticoncepcionais) elaborei um método para minorar ao máximo possível o risco de perda de tal situação que se baseia em saber a época mais provável que a mulher pode ovular se for necessário fazer anticoncepcional para tratamento de saúde. Não é exato, mas pode reduzir perdas sim. Não tem como fazer experiências em hospital, pois em nenhum hospital aceitaria, pois colegas indicam anticoncepcional como água e não aceitam a visão correta da Igreja, buscando um imediatismo e não se preocupando com tais perdas, o que nós católicos pró vida buscamos sempre. Tais métodos citados aqui estão ainda em estudos mas primariamente posso recomendar analisando o ciclo feminino. Isto iria reduzir muito o risco de tais perdas e se baseia em abstinência nos dias mais prováveis de ovulação em quem precisa usar tais medicamentos para tratamento de algum problema. Não devem ser usados como meio de evitar filhos em quem já usa anticoncepcional para este fim apenas (somente para quem usa com fim de tratamento), porque não é 100 % seguro e pode acontecer sim da mulher ovular fora desta fase e perder, por isto temos que ter certeza da indicação médica correta, ou seja a reta intenção de apenas tratar um problema de saúde, não a anticoncepção em si. Correr risco sem precisar é inadequado (como em quem usa estes medicamentos sem precisar, só para evitar filhos), somente fazer se não tem outro jeito, como em tratamento de problemas médicos sérios. Para a mulher que não precisa de tratamento e por algum motivo lícito não pode engravidar e aceitar o dom da vida naquele momento recomendamos o método de Billings (já abordado em outro post). 

                        Este método descrito abaixo requer mais estudos, o que é difícil, pois a maioria dos médicos indica anticoncepcional sem restrição e sem se preocupar como deviam, e estudos devem ser feitos em ambientes mais acadêmicos como em universidades, e lá o pessoal não se preocupa se anticoncepcional pode fazer perder vidas, infelizmente. Friso que não é 100 % seguro mas analisando o ciclo e os hormônios dos medicamentos acredito que é um início e pode ajudar sim em muitos casos não perderem vidas preciosas. Por enquanto devemos fazer todo o possível que estiver a nosso alcance para que nenhuma vida se perca podendo ser evitada tal desgraça

                  Mas se por motivo de tratamento tiver que usar anticoncepcionais ou outros medicamentos hormonais femininos a fim de tratar de algum problema este método citado abaixo pode reduzir riscos de perda de uma vida.

Regras para evitar perda de vida humana para quem deve usar hormônio para tratamento de algum problema (como é complexo, é bom a pessoa identificar em qual caso está abaixo e entender bem o que fazer em cada caso de tratamento):

     - para quem tem que usar (a fim de tratamento) anticoncepcional oral ou outro medicamento hormonal feminino com hormônios combinados (o que tem progestágeno e estrogênio - 2 hormônios) com pausa (dias sem usar), e menstruava antes de usar todo mês, deve iniciar o medicamento no primeiro dia da menstruação e deve evitar relação do 7o ao 20o dia após iniciar a menstruação (deve aparecer quando parar o anticoncepcional -  pode ser no primeiro, segundo terceiro ou até quarto dia quando suspende o medicamento). Quando começa com uso de hormônios ou em outras alterações algumas mulheres tem um escape de sangue no meio do ciclo (em qualquer dia ou pode ser até ovulação), o chamado "spotting", e isto não é menstruação, nem deve ser considerado como tal, é uma adaptação do corpo da mulher ao uso de hormônios, normalmente 1-2 dias e pouca quantidade, mas pode variar. Se houver "spotting ou menstruação ou tiver dúvida se é menstruação ou este "spotting" se deve evitar relação entre o 1o ao 20o dia  após aparecer este fluxo, se for na pausa que deveria vir, mas se for durante o uso do medicamento ou em hora que não deveria vir, se deve evitar relação entre o 1o ao 20o dia  após aparecer este fluxo, pelo menos, e deve prolongar e não ter relação até reiniciar o esquema habitual da cartela seguinte, se precisar, e daí deve dar mais que os 1-20 dias, isto deve ser regra sempre que em qualquer caso tiver sangramento no meio do ciclo, em época que não deveria vir.

     - Se ao parar o medicamento (pausa mensal) não menstruar, o que pode acontecer em alguns casos eventualmente, mas não ficar sem menstruar toda vez (nas pausas) e se não descer deve falar com médico para investigar. Neste caso de não menstruar eventualmente deve evitar relação do 2o ao 20o dia do reinício do medicamento, na cartela seguinte (porém se menstruar após é
7o ao 20o dia do início do fluxo)

    - se eventualmente vier o fluxo menstual na hora que não poderia ter relação ou no uso do medicamento e usava medicamento com pausa, daí esperar a próxima cartela e não ter relação até esquema normal de início desta cartela seguinte (esperando vir a próxima menstruação - não tendo relação do sétimo ao vigésimo dia de quando descer a menstruação a partir do reinício da próxima cartela, na pausa, por exemplo).

    - para quem tem que usar (a fim de tratamento) anticoncepcional oral ou outro medicamento hormonal feminino com hormônios combinados (o que tem progestágeno e estrogênio - 2 hormônios) com pausa (dias sem usar), e tem ciclo muito irregular (às x fica 1 mês ou mais sem descer ou mesmo não vem), deve iniciar o medicamento e evitar relação do 1o ao 20o do início da primeira cartela (senão menstruar esperar até 1 mês e senão descer iniciar o medicamento mesmo assim, com todo os cuidados descritos aqui). Parando deve menstruar (pode acontecer já na primeira parada ou a partir da segunda parada) neste caso evitar relação do 7o ao 20o dia após iniciar a menstruação. Se continuar sem menstruar deve investigar com endocrinologista ou ginecologista e enquanto não define a partir da segunda cartela (estando sem menstruar) evitar relação do  2o ao 20o dia do reinício do medicamento todo mês que não menstruar, se for usar em uso cíclico e contínuo (menstruando é 
7o ao 20o dia, e se parar mais que 7 dias ao reiniciar é 1o ao 20o do reinício do medicamento). Se tiver sangramento no meio do ciclo e for "spotting ou menstruação ou tiver dúvida se é menstruação ou este "spotting" se deve evitar se deve evitar relação entre o 1o ao 20o dia  após aparecer este fluxo, pelo menos, e deve prolongar e não ter relação até reiniciar o esquema habitual da cartela seguinte, se precisar, e daí deve dar mais que os 1-20 dias, devendo esperar o uso inteiro da cartela seguinte para ver se ao parar vai descer a menstruação e daí reiniciar o processo, isto deve ser regra sempre que em qualquer caso tiver sangramento no meio do ciclo, em época que não deveria vir.

     - Em quem teria que ficar do 2o ao 20o dia sem ter relação ao iniciar nova cartela por não menstruar e antes tiver tido aquele sangramento que tem dúvida se é ou não menstruação e, portanto, estava esperando do 1o ao 20o dia do início deste sangramento, neste caso a necessidade de não ter relação ao iniciar a cartela (que era inicialmente do 2o ao 20o dia do início da cartela) deve ser do primeiro ao vigésimo dia ao iniciar tal fluxo, mesmo que estivesse no tempo de espera, pela dúvida anterior. Deve também não ter relação até a próxima cartela, e daí não ter relação do 1o ao 20o dia do início desta cartela, desta vez, e seguir o esquema habitual para frente.

    - para quem tem que usar (a fim de tratamento) anticoncepcional oral ou outro medicamento hormonal feminino com hormônios combinados sem pausa, e for medicação combinada com 2 hormônios e menstruava regularmente antes, deve iniciar o uso no primeiro dia do da menstruação (para quem menstruava mensalmente) e evitar relação do 7o ao 20o dia do início da da primeira cartela, após isto
9 pode 19 não pode consecutivamente (9-19). Se acontecer menstruação não deve ter relação do 7o ao 20o após iniciar o fluxo e se tiver sangramento no meio do ciclo e tiver dúvida se é menstruação ou  "spotting" se deve evitar relação entre o 1o ao 20o dia  após aparecer este fluxo, depois disso é 9 pode 19 não pode consecutivamente. Não deve acontecer menstruação ou sangramento, mas se acontecer, proceder assim. Se o pcte chegar na primeira consulta usando o medicamento, deve fazer uma breve pausa para menstruar e iniciar o esquema de não ter relação do 7o ao 20o dia do inicio da menstruação e seguir demais recomendações. Senão menstruar nesta pausa em 30 dias pode iniciar o medicamento e a primeira vez do reinício não ter relação do 1o ao 20o dia do início desta cartela

          - Para quem tem ciclo muito irregular (às x fica 1 mês ou mais sem descer ou mesmo não vem) e tiver que usar  (a fim de tratamento) anticoncepcional oral ou outro medicamento hormonal feminino sem pausa, e for medicação combinada com 2 hormônios,  a primeira vez não ter relação do 1o ao 20o do início do medicamento (tentando iniciar no primeiro dia de menstruação, mas 
senão menstruar esperar até 1 mês e senão descer iniciar o medicamento mesmo assim com todo os cuidados descritos aqui) e após isto 9 pode 19 não pode consecutivamente (9-19). Se acontecer menstruação não deve ter relação do 7o ao 20o após iniciar o fluxo e se tiver sangramento no meio do ciclo e tiver dúvida se é menstruação ou "spotting" se deve evitar relação entre o 1o ao 20o dia após aparecer este fluxo, depois disso é 9 pode 19 não pode consecutivamente. Não deve acontecer menstruação mas se acontecer, proceder assim. Se o pcte chegar usando o medicamento deve fazer uma breve pausa para menstruar e começar a fazer o esquema acima (neste caso em que o paciente tinha ciclo mais irregular sempre a primeira vez do reinício não ter relação do 1o ao 20o dia )

    - para quem tem que usar (a fim de tratamento) anticoncepcional oral sem pausa ou outro hormônio feminino, e for medicação só com 1 hormônio progestágeno, mais comumente em dose baixa, e menstruava corretamente antesdeve iniciar o uso no primeiro dia da menstruação e na primeira cartela não ter relação do  do 7o ao 20o do início do fluxo. depois pode ter relação por 9 dias e após 19 não pode,  sempre 9-19 sucessivamente, nos casos de uso contínuo do medicamento (que é o normal de se usar), se parar deve esperar a menstruação vir e após não ter relação do  do 7o ao 20o do início do fluxo ou do reinício (já que deve reiniciar no primeiro dia do fluxo), após isto fazer o mesmo esquema 9-19. Se tiver menstruação (o que não é comum mas pode ocorrer) daí não ter relação do 7o ao 20o após iniciar o fluxo e se tiver sangramento no meio do ciclo e tiver dúvida se é menstruação ou "spotting" se deve evitar relação entre o 1o ao 20o dia  após aparecer este fluxo, depois disso é 9 pode 19 não pode consecutivamente, sendo a mesma coisa se menstruar  (7o ao 20o dia do início do fluxo não pode e após fazer esquema 9-19). Se paciente vier consultar e já estiver tomando tal medicamento e tem que alguma indicação para tratamento, o ideal é parar, esperar vir o ciclo e iniciar o medicamento no primeiro dia do ciclo e não ter relação do 7o ao 20o dia do início do fluxo e depois seguir o esquema acima 9-19. 

     - para quem tem que usar (a fim de tratamento) anticoncepcional oral sem pausa ou outro hormônio feminino, e for medicação só com 1 hormônio - progestágeno, mais comumente em dose baixa, e não menstruava corretamente antes 
(às x fica 1 mês ou mais sem descer ou mesmo não vem), deve iniciar o uso no primeiro dia da menstruação (se não menstruar daí esperar até 1 mês da indicação e senão descer iniciar mesmo assim) e não ter relação a primeira vez (primeira cartela) do 1o ao 20o do início do medicamento, depois pode ter relação por 9 dias e 19 não pode, sempre 9-19 consecutivamente, nos casos de uso contínuo, se parar é do 1o ao 20o dia do reinício, após o mesmo esquema 9-19. Se tiver menstruação (o que não é comum mas pode ocorrer) daí não ter relação do 7o ao 20o após iniciar o fluxo e se tiver sangramento no meio do ciclo e tiver dúvida se é menstruação ou "spotting" se deve evitar relação entre o 1o ao 20o dia após aparecer este fluxo, depois disso é 9 pode 19 não pode consecutivamente, sendo a mesma coisa se menstruar (7o ao 20o dia não pode e após fazer esquema 9-19). Se paciente vier consultar e já estiver tomando tal medicamento e tem que alguma indicação para tratamento, o ideal é parar, esperar vir o ciclo e iniciar o medicamento no primeiro dia do ciclo e não ter relação  do 1o ao 20o dia do início do medicamento, ou se não descer esperar pelo menos 30 dias para recomeçar a usar e não ter relação no 1o ao 20o do início do medicamento, e depois seguir o esquema acima 9-19. 

- Normalmente não se faz pausa quando usa progestágeno em dose baixa, mas se por algum motivo pausar o uso, o ideal é esperar menstruar e daí não ter relação do 7o ao 20o dia do início da menstruação, senão menstruar em até 30 dias iniciar o medicamento e não ter relação do 1o ao 20o dia do início do medicamento, após estar 2 situações fazer esquema 9 pode, 19 não pode. Existem alguns tipos de progestágeno que podem ajudar a engravidar em suspeita de insuficiência lútea, se for este o caso (auxiliar numa fecundação) nenhum cuidado deverá ser tomado quanto a este medicamento. Aqui menciono que alguns usam progestágenos para a fertilização in vitro, mas é um método não aceito pela igreja pois fecundam óvulos com espermatozóides em laboratório, fazendo existir a vida, e colocam um ou alguns na mulher, perdendo várias vidas das pessoas que foram assim feitas, a igreja corretamente considera morte de inocentes, pois é o que vai acontecer, várias vidas se perdendo para a gestação de 1 ou 2 ir para frente, muitas vezes nenhuma, absurdo...

- neste caso acima, sempre que estiver na pausa que não deve ter relação e se aparecer qualquer sangramento (menstrual ou spotting), não ter relação do 1o ao 20o do início do sangramento e depois esquema 9 pode e 19 não pode.
           
              - Aqui vale a pena mencionar que existem 3 medicamentos no Brasil ditos como anticoncepcional progestínicos de baixa dosagem que podem ser usados para tratamentos : Desogestrel, noretisterona e linestrenol. Destes o que tem menor risco para mãe (por ter dose mais baixa) é também o que tem estudos sugerindo menor chance de ovulação (portanto com menos risco de abortamento) é o desogestel, portanto sempre deve ser preferido, se for necessário seu uso para algum tratamento médico, como por exemplo para mulheres com hemorragia. Mas apesar de reduzir ovulação pode ovular por vezes sim e portanto só fazer se for para tratamento mesmo. Tem também alguns progestágenos como dienogeste (entre outros) que são usados para endometriose (não como anticoncepcional ) e pode fazer ovular menos mas ovular por vezes e ser abortivo nestes casos, devendo ser feito os cuidados acima para medicamentos com 1 hormônio apenas, simplificados na tabela abaixo. Os cuidados acima servem para todos estes.
 
            - Existem também medicações não progestínicas como o  tamoxifeno (medicação usada para câncer de mama), ou outros com o mesmo propósito,  normalmente são medicamentos que reduzem o estrogênio e costumam fazer a mulher não menstruar ou alterar o ciclo, pois tem ação mais em mama que em útero, costuma não ovular mas a mulher que usa pode ovular por vezes e até ter menstruação eventualmente (mesmo que por vezes irregular). Além de medicações para endometriose que não são a base de progesterona como danazol, que é um esteróide fraco usado para endometriose ( entre outros medicamentos). O recomendado é fazer os cuidados como se fosse medicação hormonal com 1 componente ( acima ). Deixo claro que este esquema ( e todo os outros aqui citados) não impede a perda perfeitamente, tem chance de erro por vezes, mas é a melhor forma de evitar muitas perdas de vidas de inocentes se o tratamento for necessário mesmo e deve ser feito qualquer esforço que possa levar a uma vida não se perder. Como citado antes a Santa Igreja permite tratar alguém com problema atual e real, desde que o objetivo não seja a perda mas o tratamento em si, e se faça o que é correto para evitar ou reduzir as chances de alguma perda.

- sempre que usava medicação a base de progesterona e precisa mudar para hormônio normal combinado (ou o inverso > usava anticoncepcional combinado e passa a usar medicação com um hormônio apenas) ou usava medicação injetável e muda para oral, ou ainda oral e muda para injetável, se  deve evitar relação do 1o ao 20o do início do novo medicamento, a primeira vez, depois seguir o recomendado nos outros ítens. Se mudar entre dois combinados, só mudar dosagem ou tipo mas forem medicações com 2 hormônios, manter 7o ao 20o dia do início da menstruação ou  2o ao 20o do início de cada cartela seguinte senão menstruar
(menstruando é 7o ao 20o dia). Se tiver sangramento no meio do ciclo e tiver dúvida se é menstruação ou  "spotting" se deve evitar relação entre o 1o ao 20o dia  após aparecer este fluxo,  e ficar sem ter relação até o esquema normal da proxima cartela.


 - se usar Mirena ou outro parecido (DIU com hormônio progestágeno), que é usado para algumas pacientes com endometriose, ou adenomiose e alguns problemas desde que outros tratamentos não funcionarem; ou ainda se a mulher tiver história de contraindicação para hormônios via oral, como  trombose prévia ou varizes  com hemorragia uterina, neste caso muitas mulheres não menstruarão se tiverem colocado o Mirena.  Nas que menstruarem se deve evitar relação do 7o ao 20o dia após o primeiro dia que iniciar a menstruação. Se tiver sangramento no meio do ciclo e tiver dúvida se é menstruação ou  "spotting" (pouco sangramento, mas não menstruação) se deve evitar relação entre o 1o ao 20o dia  após aparecer este fluxo. Nos meses que não menstruar ou se nunca menstruar o ideal é a mulher analisar o muco ou secreção que sai na região íntima (ideal verificar todo dia em pé algumas vezes, exemplo antes de urinar, após algum movimento como caminhar ao local que vai ver, fezer isto desde que colocou o Mirena). Se tiver muco espesso, estiver seca, o muco for opaco ou quase nada flexível, ela não deve estar fértil, mas se o muco for elástico (figura abaixo) e claro (tipo clara de ovo) a mulher deve estar fértil  e deve evitar relação nestes dias até sumir este muco (secar) ou mudar o seu padrão ( conforme tabela abaixo) e esperar 3 dias após parar ou mudar para só poder ter relação no quarto dia, se o muco não voltar. Não é totalmente exato em todas as mulheres pois o DIU com hormônio tem progesterona o que reduz e pode influenciar na produção do muco normal da mulher, mas mesmo assim se observa que em alguns casos algumas mulheres mesmo com Mirena às vezes apresentam estas mudanças de muco indicando fertilidade. Nestes casos, quando aparece o muco elástico, aquoso e transparente se deve evitar relação até mudar o padrão (não ficar mais aquoso e elástico) ou secar, se ficar 3 dias sem aparecer este muco da fertilidade, se aparecer de novo se deve esperar sumir, mudar bem ou secar e ir observando senão volta por 3 dias. Senão voltar este padrão de muco nestes 3 dias a fase fértil deve ter passado. É importante mencionar que não é muito preciso, muitas mulheres com Mirena não terão este muco, mas se for possível evitar a perda da vida de um inocente deve ser tentado e pode sim evitar as perdas muitas vezes. Se a mulher tiver relação na fase fértil com o Mirena ela teria menos chance que os espermatozoides passassem, mas podem passar muitas vezes e neste caso ocorreria o aborto se fecundar, pois o ser concebido não grudaria no útero (nidação), se perdendo uma vida; portanto se for possível evitar relação na época fértil seria melhor, mas isto só será possível se tiver possibilidade de saber quando está fértil, o que em muitos casos não dá para saber. A Igreja permite o uso de medicamentos ou tratamentos que possam dificultar gestação se for com reta intenção, ou seja, não com o intuito não de evitar a gestação em si (por mais que dificulte com que uma gestação vá para frente), mas somente se for com  o objetivo de tratar um problema ginecológico que não tiver outra forma de se tratar, daí nestes casos se deve usar todas as ferramentas para evitar tal perda (como não ter relação se tiver possibilidade de ver a fertilidade, o que às x é possível predizer pelo método acima) e sempre pedir a Nossa Senhora para que tal fato não aconteça jamais.

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- se usar medicação injetável trimestral, usada para não menstruar em alguns casos e algumas indicações médicas, evitar relação do 1o ao 20o dia de quando fez a primeira injeção, tanto para quem menstruava ou quem não menstruava.  Aplicar no primeiro dia da menstruação e 
senão menstruar esperar até 1 mês e senão descer iniciar o medicamento mesmo assim. Após isto 9 dias pode e 19 não pode sucessivamente. Se menstruar (no meio pode acontecer) não ter relação do 7o ao 20o dia do inicio do fluxo. Se tiver sangramento no meio do ciclo e tiver dúvida se é menstruação ou  "spotting" se deve evitar relação entre o 1o ao 20o dia  após aparecer este fluxo., depois esquema 9-19

- sempre considerar menstruação (em quem menstruar) preferencialmente em relação ao início do medicamento ( somente em quem não menstruar)

- DIU de cobre, medicação injetável mensal combinada com 2 hormônios, anel vaginal com hormônio ou implante hormonal não vejo indicação médica para tratamento algum, a a não ser não permitir uma gestação de ir para frente, portanto não indico nunca.


Tabela Resumo :







PS.:

1 - Sempre que tiver dúvida se é "spotting" ou menstruação (é para

 ser mais de 2 dias e sangramento típico, mas se mesmo assim tiver

 dúvidas):


>Não ter relação entre o 1o ao 20o dia após o início do fluxo

> se nesse período de espera, descer fluxo e começar a esperar estes 

1o ao 20o dia, e depois ver que é menstruação mesmo (tiver certeza), 

neste caso pode mudar e ser considerado 7-20 dias após o início da 

menstruação para não ter relação.

 

2 - Sempre que ao parar não descer fluxo menstrual deve procurar

médico para investigar (endocrinologista ou ginecologista), se for

indicado medicação para tratamento usar a tabela acima para

 minorar o risco de perda de alguma eventual gravidez (como

 explicado acima). Também investigar se vier sangramento no meio 

do uso do medicamento, que não deveria vir nada.

 

3 - Sempre que atrasar ou esquecer o uso de

 qualquer medicamento hormonal ou fizer uso de progestágeno

 sozinho e pausar e for reiniciar, fazer como se estivesse iniciando 

primeira vez e fazer todos os cuidados mencionados acima 


- Sempre que estiver na pausa que não deve ter relação e se 

aparecer qualquer sangramento (menstrual ou spotting), não ter

 relação do 1o ao 20o dia do início do sangramento e 

depois esquema 9 pode e 19 não pode, se estiver usando medicação

 contínua; ou naqueles casos que aconteceu de vir o fluxo na pausa que

 não poderia ter relação e usava medicamento com pausa, daí esperar a

 próxima cartela e não ter relação até esquema normal de início desta

 cartela seguinte (esperando vir a próxima menstruação - não tendo

 relação do sétimo ao vigésimo dia de quando descer a menstruação a

 partir do reinício da próxima cartela, por exemplo).


 

 






 

 

 

 

 

 

 

 

 



Se puder evitar usar melhor, porém se for para valorizar a vida e a saúde com indicação médica correta para tratamento de algum problema de saúde, que seja assim... Espero salvar vidas com isto !

 

 

Fiquem com Deus !!!

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