segunda-feira, 26 de novembro de 2018

A Correta Infalibilidade da Igreja Católica Vs o Relativismo Moral de Alguns "Católicos"

               De acordo com dados estatísticos de 2016, do Annuarium Statisticum, o número de católicos batizados no mundo passou de 1 bilhão e 285 milhões em 2015 para 1 bilhão 299 milhões, um aumento total de 1,1%. No Brasil se estima que atualmente 64,6 % da população seja católica, o que dá o número aproximado de 134.687.705 referente a pessoas que se dizem católicas. Dados falam que tem crescido religiões protestantes ( evangélicas ) e outras, porém a Igreja Católica é a maior em números absolutos, dando aproximadamente 3 x a do total de evangélicos.
                Alguns falam que a Igreja deve se modernizar e mudar tudo, como se fosse possível relativizar as verdades que o Nosso Senhor pensa ou planejou para nós, ou se o que Ele nos deixou fosse errado e pudéssemos, na nossa parca inteligência, entender todos os Seus planos e corrigi-los, isto chega a ser  arrogância e até blasfêmia. Claro que pequenas mudanças ou adaptações podem acontecer e aconteceram no decorrer destes 2 milênios da Igreja fundada por Jesus, mas as bases doutrinárias nunca mudaram nem mudarão, pois seria contrário a ideia de que algo que Jesus fez é perfeito, e sempre é. Nós como católicos temos que acreditar que é o Espírito Santo que rege a Igreja, e que não aceita deturpações, sendo que tudo que deturpa a realidade de Deus vem do pai da mentira. Todos acreditamos que Deus é perfeito, portanto nada do que Ele faça é imperfeito inclusive sua criação; portanto achar que a Igreja tem que mudar muito é achar que a obra do Senhor seria errada. Alguns podem pensar que o homem é imperfeito, mas a igreja coloca que o homem é perfeito na sua imperfeição, pois se todos fôssemos absolutamente perfeitos todos seríamos iguais, e é perfeito que sejamos diferentes, e com ideias não iguais, algumas certas e outras erradas, pois temos o livre arbítrio de aceitar ou não o correto,  já que Deus não impõe nada apenas ensina o que é certo e nos dá liberdade total para aceitarmos ou não o caminho que Ele e Seu Filho nos indicaram, arcando com as consequências de tais escolhas.
                  Uma situação cada vez mais comum é que muitas pessoas se dizem "católicas", porém só aceitam a real doutrina da real Igreja de Nosso Senhor naquilo que lhes é conveniente, ou seja tem um relativismo moral em relação ao que a Igreja define.
                Aqui é importante mencionar o texto retirado do site Canção Nova:  "-  Para levar os homens à salvação, pelo conhecimento da verdade (1Tm 3,15), o Senhor garantiu à Igreja, por meio do Sagrado Magistério, a infalibilidade naquilo que se refere à salvação dos fiéis; isto é, nos ensinamentos doutrinários (fé e moral). Assim, a mensagem do Evangelho não ficaria à mercê da manipulação dos homens, como sempre se tentou na história da Igreja.
                    Sem a garantia da infalibilidade para o Magistério da Igreja, podemos dizer que teria sido inútil a Revelação Divina, pois ela seria deteriorada ao chegar até nós, e não teria a força da salvação." e  " - É sobretudo nos Concílios que a Igreja exerce a sua infalibilidade em matéria de fé e moral. Não se conhece, na história dela, uma verdade da fé que um dos Concílios, legítimos, tenha ensinado e que outro a tenha revogado. Essa ocorrência doutrinária é uma prova da infalibilidade, já que o Espírito Santo, o grande Mestre da Igreja, não se contradiz. Ele não pode revelar à Igreja uma verdade, hoje, que seja diferente na essência daquilo que Ele revelou ontem.
                  A Igreja do Deus vivo é a coluna e o sustentáculo da verdade (1 Tm 3,15). O bom católico, fiel e convicto, não pode duvidar de nada que a Santa Igreja Católica ensina. São maus filhos dela aqueles que discordam dos seus ensinamentos oficiais. Discordar da Igreja nesses pontos é o mesmo que discordar de Jesus e desconfiar da assistência infalível que o Espírito Santo presta a ela, por promessa de Jesus (cf. Jo 14, 16-17)." O papa pode errar como pessoa, mas nunca como chefe da Igreja, se uma lei é definida como regra nós acreditamos que ela é exata pois foi induzida pelo Espírito Santo.
                  Dentro do contexto deturpado de não aceitação da Igreja surgiu a dita "Teoria da Libertação", que prega um relativismo moral absurdo, ou seja, aceito o que me é conveniente e já começa errando pois para boa parte deles o centro de tudo é o homem e não Deus. Teoria de fundo marxista que no fundo visa derrubar a centralidade de Nosso Senhor em nossa vida por literalmente ação do demônio, neste caso é bom falar que se Deus é o centro de tudo para nós, confiamos plenamente Nele e em seus desígnios ( afinal Ele sabe o que melhor para nós mais do que nós mesmos) e vivemos para Ele, enxergamos esta vida fugaz que temos como um meio passageiro de atingirmos a eternidade por todo o sempre com quem realmente importa, que é Deus. Estes pseudo teólogos afirmam que a igreja tem que mudar, o padre casar, aceitam o divórcio, até pregam o comunismo entre outras heresias.  Falam que se a Igreja não mudar ela vai acabar, uma besteira que sempre se falou e nunca aconteceu, nem vai acontecer pois como católicos que somos confiamos no Senhor e sabemos que ele nunca permitirá a queda da Igreja. Desfazem do papa, bispos e padres que pregam e seguem a doutrina por acreditar corretamente que ela é inspirada pelo Espírito Santo, e este não erra. O ser humano como pessoa erra, porém se for inspirado pelo Espírito Santo será infalível naquilo que interessa a Deus, isto sem ferir o livre arbítrio quanto aos assuntos menores de cada um dos membros do clérigo, a começar pelo papa. Podem afirmar, que tal  papa errou, porém não entendem que se algum papa errou foi como pessoa, nunca nos assuntos ligados a doutrina considerada como lei, é só pensar e  constatar que Deus pode tudo, inclusive impedir um erro doutrinário obviamente.  Outros podem dizer que a Igreja mudou e isto não é verdade, ela se adaptou em coisas pequenas, pelas mudanças dos tempos, mas nunca o Senhor permitiria que verdades definidas por Ele fossem mudadas, pois a verdade é só uma e não existem meias verdades, além de que Jesus deu apenas a Pedro e seus sucessores a capacidade de interpretar corretamente a palavra.
                    Algumas pessoas se dizem católicos mas aceitam uso de anticoncepcionais ( vide aqui o texto em http://blogmedcatolico.blogspot.com/2012/03/aqui-deixo-posicao-da-igreja-sobre-o.html), aborto, fazem atitudes desonestas, não vão na missa, etc... Ou seja aceitam o que lhes é conveniente, não o que é certo, por acreditarem que são auto suficientes e querem "usar" o Senhor pedindo coisas, não aceitam tudo da Igreja como sendo a única verdade e a verdade de Deus, se julgando capazes de ter um entendimento de tudo perfeitamente, o católico pode sim entender fatos mas nunca vai entender os planos de Deus como um todo e sendo complementares entre si, Ele tem a inteligência infinitamente maior que a nossa ( vide aqui o texto em  http://blogmedcatolico.blogspot.com/2015/07/a-inteligencia-de-deus.html), querer entender tudo que Ele coloca para nós é impossível, por isto devemos exercer nossa humildade e aceitarmos que somos limitados e não entenderemos tudo 100% e aceitarmos mais o que Ele nos diz através da Igreja. Se bem que tudo tem um motivo lógico nos planos dele e mesmo na nossa realidade, mesmo que não entendamos na nossa pequena inteligência. Quem aceita somente o que quer não é católico de verdade, quem distorce a doutrina em proveito próprio tão pouco...

                Rezemos pela conversão dos irmãos que acreditam na TL e pelos católicos de "nome".

                              Fiquem com a luz real do Espírito Santo...

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quinta-feira, 4 de outubro de 2018

Um Prodigioso Esquecimento

Retirado do site: http://verafidei.blogspot.com/2015/06/um-prodigioso-esquecimento.html

 

UM PRODIGIOSO ESQUECIMENTO




Um prodigioso esquecimento.

Eram duros os tempos das primeiras missões evangelizadoras da América do Norte. Muitos habitantes daquelas terras não conheciam a Religião de Cristo e os apóstolos eram em número insuficiente para levar a todas as almas a verdadeira Fé. “A messe é grande, mas os operários são poucos” (Mt 9, 37), diz a Escritura. Mas, gradualmente, com o auxílio da graça, a Santa Igreja ia-se estabelecendo naquelas vastidões territoriais, como a gota de azeite se espalha silenciosamente pela folha de papel.

No povoado de Santa Maria dos Anjos, onde já todos eram católicos fervorosos, exercia seu fecundo apostolado o padre Jorge. Levantava-se de madrugada, passava uma hora de adoração a Jesus Hóstia e em seguida celebrava a Santa Missa. Hauria, assim, as forças para a labuta de cada dia. Cuidava da catequese das crianças e dos adultos, dirigia a escola e o hospital local, administrava os sacramentos, visitava os enfermos de toda a região.

Certo dia, chamaram-no para atender um doente em estado grave, que morava bem longe do povoado. O Sol já estava baixando, não tardaria a anoitecer. O pároco aprontou-se rapidamente, pegou os Santos Óleos para a Unção dos Enfermos e preparou tudo para levar o Santo Viático.

Valério, o sacristão, ofereceu-se para acompanhá-lo, pois a viagem era longa e não isenta de perigos, mas o sacerdote achou melhor que ele ficasse, para cuidar da igreja. Ele então selou o cavalo e ajudou o padre Jorge a montar, já com o Santíssimo Sacramento numa pequena teca, que levava dependurada ao pescoço, dentro de uma delicada bolsa.

Fustigando a montaria para acelerar a marcha, o pároco percorreu em pouco tempo vários quilômetros. Mas… aconteceu o inesperado: desabou um forte temporal, as escuras nuvens e o aguaceiro toldavam as últimas réstias de luz do Sol que ainda iluminavam aquela estrada cheia de acidentes e obstáculos. E o padre viu-se obrigado a parar numa pequena hospedaria, muito simples, mas limpa e ordenada.

Curiosamente, ali se abrigara, forçado também pela tempestade, um mensageiro do enfermo, enviado para comunicar-lhe que este dava sinais de recuperação e, portanto, já não era tão urgente a ida do sacerdote.

Tranquilizado por essa notícia, o padre Jorge tomou essa coincidência como um sinal da Providência e decidiu pernoitar ali, para não expor o Santíssimo Sacramento aos numerosos riscos de uma viagem sob a borrasca.

Ocupou um quarto no segundo andar, onde preparou da melhor forma possível um pequeno armário para servir de tabernáculo. Nele depositou a Sagrada Hóstia, pôs-se de joelhos e rezou durante algum tempo, depois trancou a porta e desceu para o refeitório, onde já estava servido o jantar.

Ali foi informado, em conversa com outros hóspedes, que o dono do hotel e sua família eram pagãos. Por prudência, evitou tudo quanto pudesse revelar que ele levava consigo Nosso Senhor Sacramentado e, terminada a refeição, recolheu-se sem demora ao seu quarto-capela, preparandose para partir cedinho no dia seguinte.

Quando raiou o Sol, estava já ele a cavalo, para reiniciar sua viagem.

No meio do caminho, levou instintivamente a mão ao peito para sentir a presença do Santíssimo Sacramento e percebeu que a preciosa teca não estava aí! Encomendando-se à Santíssima Virgem, fez meia-volta, esporeou o animal e partiu de volta a todo galope.

Cruzando o portal da hospedaria, o padre Jorge saltou da cavalgadura e correu à procura do hoteleiro:

- Senhor, desculpe, mas alguém mais ocupou o quarto em que pernoitei?

Surpreso, ele lhe respondeu:

- Não, senhor padre. E que bom o senhor ter voltado, porque, desde a sua partida, fizemos de tudo para abrir a porta daquele quarto e não conseguimos. O que fez o senhor para deixar a chave emperrada na fechadura de maneira que ninguém consegue girá-la?

Impressionado, o sacerdote disse:

O piedoso sacerdote foi invadido por uma grande alegria: essa luz
só podia ser fruto de um milagre

- Nada. Apenas deixei lá a chave…

- É, mas além de não conseguirmos abrir a porta, vê-se pelas frestas que o quarto está iluminado por uma luz desconhecida. O senhor deixou alguma vela acesa ali?

O piedoso sacerdote, que já tinha passado da terrível apreensão para a tranquilidade, foi invadido por uma grande alegria: essa luz só podia ser fruto de um milagre. Teriam os Anjos do Céu vindo fazer companhia a Jesus Sacramentando, protegendo-O de qualquer sacrilégio ou mesmo de simples irreverências?

- Vamos lá. Vou tentar abrir a porta.

E subiu rapidamente as escadas. O hoteleiro seguiu atrás, acompanhado da esposa, dos filhos, dos criados e até de vários hóspedes, todos desejosos de desvendar aquele mistério.

Lá chegando, padre Jorge girou a chave e abriu a porta com toda facilidade. Imaginem sua emoção ao ver que daquele armário – o tabernáculo por ele improvisado – saía uma luz celestial, enquanto músicas angelicais se faziam ouvir dentro do quarto.

Pondo-se de joelhos, adorou, comovido ao extremo, o Rei dos reis que quis manifestar-Se daquela maneira para atrair mais almas a Seu Sacratíssimo Coração Eucarístico.

Em seguida, explicou a todos o que se passara. Entre atônitos e maravilhados, foram-se ajoelhando um a um… Agora nenhum deles duvidava da Presença Real de Jesus na Eucaristia! O hoteleiro pediu para receber o Batismo, junto com toda a sua família.

O padre Jorge não podia abandonar essas almas que o próprio Senhor conquistara por meio de tão prodigioso fato! Passou, pois, alguns dias no hotel, ensinando-lhes as belezas e as verdades da Fé Católica. Durante esse tempo, a Sagrada Eucaristia permaneceu no seu precário tabernáculo, recebendo a adoração do hoteleiro, de sua família e de vários habitantes da região. Muitos destes também se converteram, de modo que o padre Jorge teve a alegria de ministrar o Batismo a uma pequena multidão de novos filhos da Santa Igreja.

Por fim, foi à casa do enfermo que, uma semana antes, havia solicitado sua assistência, e o encontrou já curado.

O Senhor quis, Ele mesmo, operar prodígios em favor de sua messe!

segunda-feira, 17 de setembro de 2018

O que pensa o Papa Francisco sobre a ideologia de gênero?

Sobre a  ideologia de gênero nas escolas, Francisco diz que “é terrível”. Para Bento XVI, “esta é a época do pecado contra Deus Criador”

Esse assunto, mais uma vez, passou despercebido por muitos! Por que os jornais, as grandes TVs não falam sobre esse assunto? Será que seus patrocinadores são os mesmos das cartilhas de ideologização? O tema da ideologia de gênero nas escolas foi abordado em uma reunião com bispos poloneses, durante a viagem do Papa Francisco, por ocasião da Jornada Mundial da Juventude em Cracóvia, na Polônia.
Muitos problemas escondem ideologias. São verdadeiras colonizações ideológicas presentes na Europa, nos Estados Unidos, na América Latina, na África, na Ásia. “E uma delas – digo-a claramente por ‘nome e apelido’ – é o gênero! Hoje, às crianças – às crianças! –, nas escolas, ensina-se isto: o sexo, cada um pode escolhê-lo”, denunciou. O Pontífice acrescentou que, essa forma organizada de ideologização, está presente em cartilhas bancadas por pessoas e instituições, apoiadas por países muito influentes, “e isso é terrível”, afirmou.

Ideologia de gênero

Francisco citou uma conversa que teve com o Papa Emérito, Bento XVI. “Ele está bem e tem um pensamento claro”, acrescentou. “Dizia-me ele: ‘Santidade, esta é a época do pecado contra Deus Criador’, contou. Tal afirmação é inteligente, seguindo a lógica de que Deus criou o homem e a mulher; Deus criou o mundo assim, assim e assim; e nós estamos a fazer o contrário. Deus deu-nos um estado ‘inculto’ para que o fizéssemos tornar-se cultura; depois, com esta cultura, fazemos as coisas que nos levam ao estado ‘inculto’! Devemos pensar naquilo que disse o Papa Bento: ‘É a época do pecado contra Deus Criador’! E isto ajudar-nos-á”, explicou o Papa Francisco.
Esse assunto quase não aparece nas principais manchetes e não é comentado por personalidades, no entanto, em meu livro “Papa Francisco às Famílias”, resgatei o assunto que pode ser consultado facilmente no site do Vaticano. O tema é tão sério, que Papa Francisco o comparou a uma ação nazista. A partir de uma necessidade da população, tais ideologias encontram oportunidades de entrar e fortalecer-se por meio das crianças. Ditaduras do século passado, como a Juventude Hitleriana, fizeram o mesmo, causando sofrimentos e tirando a liberdade de muitas pessoas. Impérios colonizadores buscam tirar a identidade das pessoas e impor uma igualdade.

Educação

Em 1995, uma Ministra da Educação pediu um grande empréstimo para construir escolas para os pobres. “Deram-lhe o empréstimo com a condição de que, nas escolas, houvesse um livro para as crianças de certo grau de escolaridade. Era um livro escolar, um livro didaticamente bem preparado, onde se ensinava a teoria do gênero. Essa senhora precisava do dinheiro do empréstimo, mas havia aquela condição. Sagaz, disse que sim, e fez preparar outro livro, tendo dado os dois, e assim resolveu o problema”, contou o Pontífice.
O Papa explicou o motivo da colonização ideológica ser perigosa: “invadem um povo com uma ideia que não tem nada a ver com o povo; com grupos do povo, sim; mas não com o povo. E colonizam o povo com uma ideia que altera ou quer alterar uma mentalidade ou uma estrutura”. Nosso papel de pais é termos uma postura ativa na educação de nossos filhos, acompanhando o que estão recebendo nas escolas, ajudando nas tarefas, transmitindo os ensinamentos de nossa fé. É preciso também que nos responsabilizemos em cooperar na educação dos amiguinhos de nossos filhos. A Igreja espera que sejamos promotores do que é bom e defendamos a família de tudo o que atenta à sua identidade e missão.

                              -O-que-pensa-o-Papa-Francisco-sobre-a-ideologia-de-gênero-

fonte : https://formacao.cancaonova.com/atualidade/ideologiadegenero/o-que-pensa-o-papa-francisco-sobre-ideologia-de-genero/

segunda-feira, 25 de junho de 2018

O Medo de Amar Excessivamente Nossa Senhora

        Ouvi há alguns dias atrás um padre falando que havia se arrependido muito, pois por medo de deixar Jesus em segundo plano ele havia deixado esfriar sua devoção à Santa Virgem Maria -  mãe do Senhor e nossa. Não podemos culpá-lo por tal erro uma vez que muitas pessoas piedosas também tem escrúpulos em prestar culto à Maria por medo de estarem deixando Jesus sem Sua devida reverência.  Quero deixar aqui uma série de reflexões para assegurar a quem tiver tal dúvida, afirmando que quanto mais amarmos Maria melhor ...

1 - Se temos um amor imenso por nossos filhos ou esposa (marido), dando a vida por eles e lutando dia a dia por eles, falando horas todo dia e vivendo com e por eles isto não quer dizer que não podemos ter um amor maior a Deus, nem que não reconhecemos o Senhor como nosso único Deus, e não é porque alguém se dedica para sua família que não pode ter como objetivo maior servir a Deus. Agora muitas vezes alguém pode pensar que ao falar ou rezar para Maria está deixando Jesus de lado, ou seja, falar com humanos pode mas Maria não. Se no meu coração eu reconheço que Jesus é Deus e, portanto,  nosso objetivo maior, e eu quando falo com Ela reconheço que Maria é a maior representante Dele e eu tenho como sentido único servir seu Divino Filho, por intermédio Dela, está tudo certo !!!

2 - Eu só amo Maria por causa de Jesus, não o contrário. Ou seja eu amo Maria porque Jesus me deu Ela como mãe no calvário, onde Ele fez a primeira consagração nossa a mãe quando disse a João (representando todos nós) : "-Ao ver Sua Mãe e junto d’Ela o discípulo que Ele amava, Jesus disse à Sua mãe:” ‘Mulher, eis aí o teu filho’. Depois disse ao discípulo: ‘Eis aí a tua Mãe’ "(Jo.19, 26-27). Se não existisse Jesus Nossa Senhora não seria nossa mãe, portanto se eu amo Ela é por causa de Jesus. O objetivo de amar Maria é que se eu amo e sirvo a Ela eu estou servindo a Jesus prioritariamente, pois Ela direciona todo meu amor para Ele, pois Ela é Mãe, nos ama e cuida muito mas também e primordialmente é Serva de Deus, uma vez que Ela e eu póoprio sabemos que Jesus que é Deus e o objetivo final de tal amor e nunca Ela mesma.
      Cito mais um exemplo: se eu tenho um diretor de uma empresa que me contratou e é meu chefe maior, mas tenho um gerente menor muito bom, que eu respeito e convivo mais diretamente, eu tento de tudo a fim de agir bem na empresa para o gerente ver e falar para o diretor. Claro que o diretor sabe de tudo que se passa na empresa, inclusive minhas boas ações, mas se o gerente que eu tenho contato e que é reconhecidamente mais capacitado e experiente, e fala bem de mim ao diretor isto tem um maior peso, sem dúvida. Se eu ajo bem na empresa o objetivo não é somente agradar o gerente mas principalmente o chefe maior e fazer a empresa crescer, mas se o gerente que o próprio diretor me deu para andar comigo todo dia é meu amigo e gosto muito dele, isto não  desmerece em nada o respeito e admiração maior que sinto pelo diretor ou pelo presidente supremo da empresa, que eu sempre reconhecerei como chefe maior e superior ao gerente.

3 - Tudo faz parte do plano de Deus, mesmo antes de toda criação.
     Na Bíblia Sagrada consta no primeiro livro: (Gênesis 3 : 15) "-Porei inimizade entre ti e a mulher, e entre a tua descendência e a sua descendência; esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar." e no último (Apocalipse - 12 :1) "-Apareceu um grande sinal no céu: uma mulher vestida do sol, a lua debaixo dos seus pés e na cabeça uma coroa de doze estrelas" e também (Apocalipse - 12 :5) "- e ela deu a luz um filho varão, que há de apascentar todas as nações com vara de ferro." Ou seja desde o princípio até o fim Ela estava nos planos de Deus para a humanidade. Para alguns evangélicos a mulher a que o texto se refere não é Maria, mas com a Luz do Espírito Santo, por favor vejam bem, mesmo eles concordam que o varão a que este texto se refere é Jesus e o texto fala que a mulher ( não história, igreja ou situação, mas sim MULHER) deu a luz a este varão, e quem deu a Luz a esta pessoa Jesus foi Maria. Na própria Bíblia existe o trecho que fala gerações me chamarão bendita entre todas as mulheres (ou seja Ela é especial e mãe de Deus sim e fez parte de modo especial nos planos de Deus para a humanidade). Quem distorce a verdade é o inimigo ou demônio, ou seja, ele tentará acabar com a verdade mordendo o calcanhar de Maria, mas a verdade prevalecerá quando Maria mostrar tal verdade pisando na cabeça do demônio. Portanto nunca o mal prevalecerá sobre a verdade, mesmo que tente, seu mal sempre será menor perante o bem que vem de Deus através de Maria.

         Portanto meus amigos quanto mais amarmos e nos dedicarmos a Maria mais estaremos próximos de Deus, uma vez que O aceitamos como nosso único senhor e Deus,  e o objetivo maior de amarmos a Ela é sempre chegarmos a Deus acima de tudo, Ela mesma secundariamente; mas Ela é sempre o meio mais seguro de chegarmos a Deus, sem dúvida !!!  Amarmos a Ela, não diminui nosso amor maior que é para com Deus nem um pouco, pelo contrário aumenta !!! Viva Jesus e Sua e nossa mãe querida, Maria !!!

Ela deu à luz um Filho, um menino, aquele que deve reger todas as nações pagãs com cetro de ferro. Mas seu Filho foi arrebatado para junto de Deus e do seu trono.

Apocalipse 12:5
E viu-se um grande sinal no céu: uma mulher vestida do sol, tendo a lua debaixo dos seus pés, e uma coroa de doze estrelas sobre a sua cabeça.

Apocalipse 12:1
E viu-se um grande sinal no céu: uma mulher vestida do sol, tendo a lua debaixo dos seus pés, e uma coroa de doze estrelas sobre a sua cabeça.

Apocalipse 12:1
Ora Jesus, vendo ali sua mãe, e que o discípulo a quem ele amava estava presente, disse a sua mãe: Mulher, eis aí o teu filho.
Depois disse ao discípulo: Eis aí tua mãe. E desde aquela hora o discípulo a recebeu em sua casa.

João 19:26,27
Ora Jesus, vendo ali sua mãe, e que o discípulo a quem ele amava estava presente, disse a sua mãe: Mulher, eis aí o teu filho.
Depois disse ao discípulo: Eis aí tua mãe. E desde aquela hora o discípulo a recebeu em sua casa.

João 19:26,27
Ora Jesus, vendo ali sua mãe, e que o discípulo a quem ele amava estava presente, disse a sua mãe: Mulher, eis aí o teu filho.
Depois disse ao discípulo: Eis aí tua mãe. E desde aquela hora o discípulo a recebeu em sua casa.

João 19:26,27


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segunda-feira, 14 de maio de 2018

O Que é Definido Pela Igreja Quanto ao Jejum e Abstinência

Retirado do site: https://formacao.cancaonova.com/igreja/catequese/o-que-igreja-orienta-sobre-o-jejum-e-abstinencia-de-carne/

Em consonância com o 4º Mandamento da Igreja o qual diz que, cada um deve “jejuar e abster-se de carne, quando manda a Santa Mãe Igreja”, o Código de Direito Canônico deixa estipulado o que devemos viver nos dias penitenciais (cf. cân. 1249-1253):
“Cân. 1249: Todos os fiéis, cada qual a seu modo, estão obrigados por lei divina a fazer penitência; mas, para que todos estejam unidos mediante certa observância comum da penitência, são prescritos dias penitenciais, em que os fiéis se dediquem de modo especial à oração, façam obras de piedade e caridade, renunciem a si mesmos, cumprindo ainda mais fielmente as próprias obrigações e observando principalmente o jejum e a abstinência, de acordo com os cânones seguintes.
Cân. 1250: Os dias e tempos penitenciais, em toda a Igreja, são todas as sextas- feiras do ano e o tempo da quaresma.

Cân. 1251: Observe-se a abstinência de carne ou de outro alimento, segundo as prescrições da Conferência dos Bispos, em todas as sextas-feiras do ano, a não ser que coincidam com algum dia enumerado entre as solenidades; observem-se a abstinência e o jejum na quarta-feira de Cinzas e na sexta-feira da paixão e Morte de Nosso Senhor Jesus Cristo.”
No que se refere ao cânon 1251, a CNBB permite a substituição da abstinência de carne por uma obra de caridade, um ato de piedade ou comutar a carne por um outro alimento, realidade prevista pelo cânon 1253, que diz: “a Conferência dos Bispos pode determinar mais exatamente a observância do jejum e da abstinência, como também substituí- la, totalmente ou em parte, por outras formas de penitência, principalmente por obras de caridade e exercícios de piedade.”

A partir de que idade devo fazer jejum?

Em relação a idade dos que são obrigados à abstinência e ao jejum, o Código de Direito Canônico diz o seguinte no Cânon 1252: “estão obrigados à lei da abstinência aqueles que tiverem completado catorze anos de idade; estão obrigados à lei do jejum todos os maiores de idade até os sessenta anos começados. Todavia, os pastores de almas e os pais cuidem que sejam formados para o genuíno sentido da penitência também os que não estão obrigados a lei do jejum e da abstinência, em razão da pouca idade.”
De acordo com o comentário do mencionado Cânon, 14 anos é a idade para obrigatoriedade da abstinência e vai até o fim da vida. Para o jejum a obrigatoriedade é a partir dos 18 anos até os 59 anos completos.

A obrigatória a abstinência de carne em todas as sextas feiras do ano?

Confira resposta no cânon 251: “observe-se a abstinência de carne ou de outro alimento, segundo as prescrições da Conferência dos Bispos, em todas as sextas-feiras do ano, a não ser que coincidam com algum dia enumerado entre as solenidades; observem-se a abstinência e o jejum na quarta-feira de Cinzas e na sexta-feira da paixão e Morte de Nosso Senhor Jesus Cristo.”
Atente-se à prescrição da Conferência dos Bispos aqui do Brasil, que permite a substituição da abstinência de carne por uma obra de caridade, um ato de piedade ou comutar a carne por um outro alimento. Assim, vê-se que é obrigatória a abstinência nas sextas-feiras prescritas, mas não necessariamente de carne, por conta do que é prescrito para o Brasil.

Quais os frutos espirituais do jejum e da penitência?

Como fruto espiritual do jejum destaca-se a educação da vontade. O jejum exprime a vontade e esforço de um converter-se para Deus. Ajuda a organizar exteriormente e interiormente o que está fora de ajuste, por exemplo, o controle dos apetites. Outro fruto é o domínio sobre em relação a si mesmo. As privações voluntárias tem em vista educar a vontade à submissão da vontade de Deus. Colocar-se na vontade de Deus é o principal fruto na vivência do jejum e da abstinência.
Deus abençoe você!

Padre Edison de Oliveira 

                   -O-que-a-Igreja-orienta-sobre-o-jejum-e-abstinência-de-carne